"Ei, mamãe! Posso comer outra rosquinha?" Perguntou o menino ávido. "Você já comeu duas. Dessa forma irá ficar doente, comendo doces dessa maneira", a mãe respondeu. "Tudo bem, mas está será a sua última!"
"Prometo! Esta parece muito gostosa", afirmou o menino a sua mãe.
"Está é uma rosquinha muito especial. Você verá!", disse a mãe com uma piscadela.
O menino pegou rapidamente o doce brilhante do prato e deu uma mordida suculenta. Mas a mesma foi estranha, pesada, bateu diferente em seu estômago. Sua percepção foi alterada - luz transformou-se em escuridão e essa escuridão abriu portais. O menino começou a cair no abismo profundo.
Apesar de sua queda longa e abrupta ele acabou por pousar suavemente, como se tivesse caído em um grande marshmallow. O chão era escorregadio, e o ar carregava uma pesada essência adocicada. Uma porta brilhou adiante. Através do buraco da fechadura, uma luz o orientava inicialmente.
"Estranho, soa como se fosse carnaval do outro lado!", murmurou o menino.
Quando ele finalmente abriu a porta, seus olhos mal podiam acreditar. Doces em todos os lugares em que seus olhos conseguissem enxergar: brilhantes córregos de mel e chocolate, montanhas de doces e um prado de maçapão. Pequenas fadas e coloridas criaturas místicas conversavam excitadamente em uma língua estranha. Um paraíso vibrante.
"Se este é um sonho, é o melhor sonho que já tive em toda minha vida!", pensou alto o menino.


Já tonto com todas as visões estonteantes e os cheiros desse mundo bizarro, o menino sentou-se às margens de um rio de mel. Ele assistiu a pequenos redemoinhos dourados dançarem no líquido.
Quando de repente, um pequeno tornado se formou no pequeno e serene córrego, mexendo e criando ondas no doce líquido transformando-o em uma faixa nodosa. Em um lampejo, um bizarro monstro de mel emergiu e aparentemente determinado a capturar o incauto menino.
Ele instintivamente rolou para fora do rio e correu o mais rápido e para mais longe que suas pequenas pernas conseguiam o levar. Muito bom, garoto! Aparentemente ele havia dado cabo de fugir daquela coisa!
Recuperando seu fôlego, ele pegou um pedaço de chocolate de uma parede próxima - cada mordida sublime. Mas espere aí, não era apenas um chocolate qualquer; era parte da estrutura do local! A estrutura então começou a ruir - primeiramente com suaves batidas, depois mais altas, barulhos mais ameaçadores e finalmente com um amargo golpe ela partiu-se e despedaçou-se. Nosso pequeno herói não conseguiu escapar. Ali ele estava, a beira do colapso, enterrado em uma montanha de doces, aprisionado. "Morte por doces." ele murmurou.
Justo quando ele imaginou que era o fim, uma mão surgiu e o puxou para segurança. Ele estava prestes a mostrar sua gratidão quando levantou seu rosto e se deparou com uma face monstruosa - uma boca aberta coberta de açúcar, com dentes pontudos, pronta para se fechar, pronta para morder e arrancar sua cabeça fora.
Corta!!


O nascer do sol fez-se presente e sua cabeça ainda estava no mesmo lugar ao mesmo tempo em que despertava em sua cama.
"Que sonho louco! Eu não como uma rosquinha em 25 anos. E está cidade de doces... uma loucura total. É como se eles precisassem de um super herói", murmurou ele enquanto acordava e levantava. E daí! Um sonho, apenas um sonho. O dever chama. Ele precisa se levantar e caçar alguns ursos - pelas barbas do mago, eles não se exterminarão sozinhos e certamente não são feitos de goma de frutas!
Ainda grogue e notoriamente devastado de sua escapada vívida deste pesadelo maluco, o guerreiro formidável se arrumou, pegou seus equipamentos e partiu para o dia de caçada. Ele ajustou sua armadura, checou seu arco, afiou sua espada e trocou sua bebida matinal por um galão de água. Nada de mel naquele dia!
Em breve: O mais forte que eles venham...
| Prévia de conteúdo 1/2 | Prévia de recurso 0/3 |
Taleon Online - Jogue Tibia sem mensalidades!
Otserv criado pelo TibiaBR.
https://taleon.online/












(respostas 0 a 0 de 0)